segunda-feira, 6 de maio de 2013

Hendrix 3000





Sempre lembradas como momento inaugural de reflexão sobre os meios de comunicação e suas intervenções permanentes na vida cotidiana, pesquisas e teses da década de 1930 da Escola de Frankfurt têm sua atualidade cada vez mais centrada nos escritos e na influência de Walter Benjamin (1892–1940). Pioneiro e incompreendido por seus poucos amigos na Alemanha da década de 1930, que assistia à expansão e ao triunfo de Hitler e do nazifascismo, Benjamin seguia em fuga, marginal, pela via de mão única, aliando à reflexão crítica uma confluência improvável, mas visionária, entre magia e técnica, arte e política.

Dogmas religiosos e revoluções provocadas por poetas e pensadores como Baudelaire, Kafka, Marx, Freud, convivem e fulguram nos (breves) ensaios de Benjamin. Tal e qual nos versículos divinatórios da Cabala que ele conhecia como ninguém, cada fragmento do autor de “A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica” mantém com o passar dos anos sua estranha capacidade de abrir e desvendar analogias para novas leituras. “As dificuldades que inibem a compreensão”, dizia Benjamin, no texto dedicado à arte épica de Brecht – no volume 1 de suas obras completas, em tradução de Sergio Paulo Rouanet (Editora Brasiliense) – “não são outras que as resultantes de sua aderência imediata à vida, enquanto a teoria definha num exílio babilônico de uma prática que nada tem a ver com nossa existência”.

Essa sensibilidade para perceber os dilemas de seu tempo, que em Benjamin tem uma ressonância cada vez mais atual, não se aplica à imensa maioria dos “pensadores” em evidência nos anos 1930, e definitivamente reluz cada vez mais escassa entre as teses principais de seus conterrâneos e contemporâneos na Escola de Frankfurt, que já percebiam com resistência e muita prevenção novidades como o cinema falado, o rádio, a música gravada e o jazz. Benjamin, enquanto isso, não só se dedicava a compreender a tecnologia que avançava sobre os domínios da vida cotidiana, mas também lançava sobre ela as grandes questões do futuro que estava por vir.








 

Cenas da Era do Rock: no alto, Jimi Hendrix,
Noel Redding (baixo) e Mitch Mitchell (bateria,
percussão e backing vocals), trio da primeira
formação do The Jimi Hendrix Experience,
posam para foto promocional em 1967 no
Hyde Park, em Londres, cenário do filme
Blow Up, de Michelangelo Antonioni. Acima,
Hendrix e integrantes de novas bandas de rock
em Londres, posam no Royal Albert Hall, em
fevereiro de 1969, incluindo, entre vários outros,
astros e futuros astros do Pink Floyd, The Who,
Yardbyrds, Led Zeppelin, Black Sabbath, 
seguidos de uma raridade de colecionador: capa
e contracapa do LP (bootleg) com a íntegra dos
concertos de Hendrix no Royal Albert Hall;
e Hendrix na foto para documentos nos EUA,
em 1969. Abaixo, Hendrix em 1967, no Hyde
Park, fotografado por Fiona Adams; e uma
foto histórica de protesto em 1969 da geração
Woodstock, em Nova York, contra a Guerra
do Vietnã. A fotografia foi incluída como
ilustração em uma questão do ENEM 2012




Muitas das visões sobre o futuro, cifradas nos versículos de Benjamin, tiveram e têm influência fundamental para as análises de enigmas como a vanguarda do surrealismo, à qual ele atribuiu, num artigo de 1929, a missão de captar a força do inebriamento (“Rausch”) para a causa da revolução dos direitos humanos e dos movimentos sociais.

Penso nas teses de Benjamin por conta de certas notícias infames, entre elas as que destacam no Brasil as tristes campanhas nazifascistas de nomes do quinto escalão que se dizem “roqueiros” – título usurpado por muitos em circunstâncias das mais suspeitas. Penso em Benjamin como contraponto – e especialmente em Jimi Hendrix, herói da era do rock, que fornece a reflexão para uma questão do mais recente ENEM, que transcrevo abaixo.



Questão


“When the power of love overcomes the love of POWER, the world will know peace.”  (Jimi Hendrix)

Aproveitando-se de seu status social e da possível influência sobre seus fãs, o famoso músico Jimi Hendrix associa, em seu texto, os termos “love”, “power” e “peace” para justificar sua opinião de que:

A. a paz tem o poder de aumentar o amor entre os homens.

B. o amor pelo poder deve ser menor do que o poder do amor.

C. o poder deve ser compartilhado entre aqueles que se amam.

D. o amor pelo poder é capaz de desunir cada vez mais as pessoas.

E. a paz será alcançada quando a busca pelo poder deixar de existir.





Cinebiografia


Observador atento, libertário, Benjamin não teve tempo para assistir à derrota do nazifascismo e nem às revoluções das décadas seguintes na arte, na progressão da tecnologia e no comportamento individual e coletivo. A seu pensamento visionário, contudo, não escapavam nem as novidades possíveis nem as impossíveis, que ele tão bem condensou numa de suas belas e comoventes alegorias, a “locomotiva da história”. Não por acaso, o pensamento de Benjamin encontra sintonia no “power of love” de Hendrix: como possibilidade de interrupção do curso catastrófico por onde caminha a Civilização Contemporânea.

Nos acordes e bandeiras da tecnologia e da era do rock – como na sensibilidade para perceber a “locomotiva da história”, no alerta em que Benjamin sinaliza – encontro a atualidade de Hendrix, permanente e a toda prova, enquanto recebo por uma incrível coincidência, por e-mail, as primeiras imagens de Andre Benjamin, mais conhecido como Andre 3000, líder da banda OutKast, no papel de protagonista da cinebiografia do mentor de “Are You Experienced?”







Andre 3000, líder da banda OutKast,
é Jimi Hendrix no filme All Is By My Side.
Abaixo, o cartaz promocional e as primeiras
imagens do filme com direção de John Ridley





Jimi Hendrix, surrealista desde sempre, lisérgico, psicodélico, já está incorporado em Andre 3000, pelo que se vê nas imagens do novo filme. “All Is By My Side" tem também Hayley Atwell e Imogen Poots no elenco, além de Ashley Charles como Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones. Richards tem papel importante na trajetória do biografado: foi Linda Keith, namorada de Richards, que descobriu Hendrix depois de assistir sua apresentação num bar em Nova York. Linda levou Hendrix para conhecer Andrew Loog Oldham e Seymour Stein, o empresário e o produtor dos Rolling Stones, mas os dois não acreditaram no futuro de Jimi Hendrix tarefa que coube a Chas Chandler, baixista da banda The Animals, além de produtor e empresário, que lançaria o primeiro disco com composições autorais de Hendrix, “Are You Experienced?”



Herói da guitarra



Segundo reportagem do jornal inglês “The Guardian”, o filme sobre Hendrix teve cenas gravadas em Nova York e em Wicklow e Dublin, na Irlanda. Com roteiro e direção de John Ridley, o filme conta a história de Hendrix desde o início da carreira, passando pelo período que ele morou na Inglaterra, entre 1966 e 1967, quando compôs seu álbum de estreia. Mas ninguém sabe muito sobre o projeto a cargo de John Ridley, exceto que vieram à tona os impedimentos de sempre por conta de direitos autorais e das legiões de advogados contratados pelos herdeiros para extrair o quanto possível do espólio.

 







Controvérsias não faltam, muito antes da estreia. A “Rolling Stone” dos EUA informa que o filme de John Ridleyt também está impedido pela Experience Hendrix LLC (que tem no conselhor diretor Janie Hendrix, irmã do guitarrista) de apresentar qualquer música que seja da discografia de Hendrix, tanto em sua forma original com em “releitura”, mas não confirma nada sobre a trilha sonora que vai embalar as cenas em que Andre 3000 incorpora o mais célebre e cultuado herói da guitarra. 

Fontes ligadas ao filme de John Ridley também informaram ao “The Guardian” que clássicos do blues e do rock como "Hound Dog" (de Jerry Leiber e Mike Stoller, gravada por Elvis Presley, entre outros) , "Wild Thing" (de Chip Taylor) e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", dos Beatles, estão entre as versões regravadas por Andre 3000 para o filme, assim como "Mannish Boy", de Muddy Waters, e "Bleeding Heart", de Elmore James. Todas as canções da lista eram interpretadas por Hendrix em bares e clubes de Nova York e depois em Londres, antes de começar a compor sua obra autoral e antes de gravar seu primeiro disco.









The Guardian” e “Rolling Stone” reproduzem o mesmo release distribuído à imprensa, anunciando que o filme de Ridley irá traçar as origens de Hendrix e seu trajeto a partir do ponto em que ele foi descoberto em Nova York, incluindo o polêmico e obscuro contrato com Chas Chandler, que o lançou como guitarrista. Os mesmos impedimentos sobre direitos autorais, aliás, levaram ao cancelamento de outros filmes anunciados sobre Hendrix e com Hendrix entre os protagonistas.

Entre os projetos mais conhecidos que foram impedidos por Janie Hendrix, a herdeira, estão o longa dirigido por Leon Ichaso, com Wood Harris no papel do guitarrista, que chegou a ser concluído no final dos anos 1990, mas foi proibido pela Justiça e teve seu lançamento embargado desde então. Outro projeto embargado foi a ambiciosa produção iniciada há alguns anos por Paul Greengrass, que foi arquivada depois que os advogados vigilantes a serviço de Janie Hendrix e dos demais guardiões do espólio de Jimi Hendrix se recusaram a licenciar suas músicas.



O ar assobia no paraquedas



James Marshall Hendrix era descendente de negros escravos e desde a infância muito próximo à sua avó materna, que se orgulhava de ter vindo das tribos Cherokee. Jimi nasceu em Seattle (EUA) e sempre contava sobre uma lembrança da infância: o dia em que encontrou um ukelele com apenas uma corda. Em fevereiro de 1962, alistou-se no Exército, em Fort Campbell, Tennessee, e foi convocado para uma brigada de paraquedistas.

 













No Exército, Jimi Hendrix teve a sorte de descobrir seu talento com a música, mas receberia dispensa médica menos de um ano depois do início do treinamento, após fraturar o tornozelo em um salto. Mais tarde, nas entrevistas nos bastidores do Festival de Woodstock, incluídas no DVD “Live at Woodstock”, Hendrix iria confessar que a lembrança do som do ar assobiando forte no paraquedas sempre foi uma das fontes de inspiração para seus solos na guitarra.

Na mesma seção de entrevistas em Woodstock, o mais lendário dos guitarristas fala sobre a infância e sobre sua avó materna, descendente de índios Cherokee, que incutiu no jovem Jimi um forte sentido de orgulho por seus ancestrais. Também recorda que descobriu a música aos 16 anos, quando ganhou de presente um ukelele, e fala sobre a breve experiência no Exército, que foi a mais importante em sua vida, porque foi lá que descobriu a guitarra.

Jimi morreu em Londres, aos cabalísticos 27 anos, exatamente como outros grandes poetas, escritores e astros de rock. Desde sua morte, no dia 18 de setembro de 1970, em circunstâncias que nunca foram completamente explicadas, o prestígio e a fortuna arrecadada com o acervo do guitarrista só cresceram em progressão geométrica. O “pacote” da obra comercializada de Hendrix é surpreendente: a cada ano que passa, cresce em volume e em cifras milionárias, fortalecido por um baú quase infinito de imagens e gravações inéditas.







Jimi Hendrix no Exército, em 1962,
descobre seu talento com a guitarra,
que o levaria a tocar em bares e clubes
de Nova York e depois em Londres, antes
da gravação do LP Are You Experienced?
Abaixo, Hendrix homenageado pelo artista
francês Jean Giraud, mais conhecido como
Moebius, que lançou em 1998 o álbum
Émotions Électriques, com uma série de
ilustrações sobre o mais lendário dos guitarristas,
em parceria com Jean-Noël Coghe,
fotógrafo que acompanhou Hendrix
em sua temporada na Europa, em 1967






Para enumerar só alguns dos lançamentos desde 2010, quando a indústria celebrou os 40 anos de morte de Hendrix: 1) o box “West Coast Seattle Boy: The Jimi Hendrix”, com quatro CDs somente de gravações inéditas e takes alternativos dos grandes sucessos; 2) a coletânea de raridades em CD, DVD e Blu-Ray “Valleys of Neptune”; 3) o documentário “Jimi Hendrix Voodoo Child”, narrado por Bootsy Collins; 4) o documentário “Hendrix at London's Royal Albert Hall”, com a íntegra dos concertos em Londres; 5) três edições Deluxe com muitos bônus para “Jimi Hendrix Experience: BBC Sessions”, “Jimi Hendrix: Blues” e “Merry Christmas & Happy New Year”; e 6) nova versão, na íntegra, de “Jimi Hendrix Live at Woodstock” – para muitos, sua melhor e mais importante apresentação.

O volume que vem do baú de inéditas, até este anos de 2013, impressiona, pois desde 1970, com a morte de Hendrix, centenas de gravações inéditas começaram a surgir. A primeira surpresa veio do produtor Alan Douglas, que causou controvérsia quando supervisionou no início dos anos 1970 a mixagem, remasterização e lançamento de dois álbuns de material que Hendrix deixara para trás em diferentes estados de finalização: os LPs "Crash Landing" e "Midnight Lightning", que estudiosos e fãs de Hendrix consideram de qualidade abaixo do padrão. Exigente como era, é certo que Jimi não teria aprovado para lançamento o conteúdo dos dois LPs, se estivesse vivo.








Locomotiva da história



No começo da década de 1990, com a chegada do formato CD, foi a vez da Polygram ignorar todos os laudos técnicos e lançar uma caixa com as todas as faixas de estúdio em quatro CDs, incluindo duas coletâneas, uma de inéditas e uma de apresentações ao vivo. Na mesma época, todos os empresários que tiveram contrato com Hendrix também dispararam a lançar em CD tudo o que estivesse disponível, inclusive as várias gravações que Hendrix rejeitou por conta da baixa qualidade dos registros, caso da caixa com outros quatro CDs de apresentações ao vivo, lançada pela Reprise.

Ainda nos anos 1990, pouco antes das comemorações dos 30 anos do Festival de Woodstock, Al Hendrix, pai de Jimi, conseguiu na Justiça os direitos e os "royalties" das gravações do filho. Al, em seguida, errou ao transferir todos os direitos a um advogado que considerava seu amigo. O advogado, que teria enganado o pai de Jimi, conseguiu uma manobra jurídica para “comprar” todos os direitos com uma empresa pertencente a ele próprio. A história só ficou mais complicada: Al voltou aos labirintos de processos, desta vez financiado pelo cofundador da Microsoft, Paul Allen, fã devoto de Hendrix de longa data. Resultado: Al Hendrix finalmente recuperou o controle sobre as gravações do filho, em seguida iniciou a remasterização das fitas originais e, de novo, relançou todos os discos de Hendrix.







Cenas de Jimi Hendrix fotografado por
seu amigo Raymundo de Larrain: acima,
em Nova York, em 1967 e 1969. Abaixo,
com Linda Eastman (antes dela se casar 
com o Beatle Paul McCartney) e no palco
do polêmico Miami Pop Festival, em 1968;
em Londres, em 1967, com Noel Redding
e Mitch Mitchell, da primeira formação do
The Jimi Hendrix Experience; e com suas
guitarras, em 1969, na sala de espelhos
de um parque de diversões em Nova York


 





Al Hendrix morreria em 2002, aos 82 anos, e desde então o controle dos bens e da companhia Experience Hendrix, que fora montada para administrar o legado de Hendrix, passou então à meia-irmã de Jimi, Janie. Em 2004, Janie Hendrix também foi processada por seu meio-irmão, Leon Hendrix, irmão mais novo de Jimi, que foi deixado de fora do testamento de seu pai, registrado em 1997. Leon insistiu e conseguiu na justiça sua participação no espólio.

Na última década, à frente da Experience Hendrix, Janie contratou o engenheiro original de Jimi, Eddie Kramer, e a empresa iniciou um extenso programa de relançamentos, incluindo edições totalmente remasterizadas dos álbuns de estúdio e CDs de compilações de faixas remixadas e remasterizadas, entre eles os “pacotes” surpreendentes que têm surgido em novos lançamentos desde 2010.

Nenhum projeto de cinema, entretanto, foi autorizado a abordar a figura de Hendrix. No máximo, uma ou outra canção foi negociada para fazer parte de trilhas sonoras. Agora, resta saber a qualidade do que está por vir de música com “All Is By My Side", o filme de John Ridley com Andre 3000 no lugar de Hendrix. E também que surpresas o futuro reserva para os fãs das performances inspiradas e explosivas de mister Hendrix, artista raro, daqueles que marcaram época e que mantêm acesa, décadas depois de sua morte, a mesma sedução de corações e mentes, enquanto segue sem freios, nos trilhos da história, a locomotiva da alegoria libertária traçada por Walter Benjamin.


por José Antônio Orlando. 



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Veja mais sobre Jimi Hendrix em:  Semióticas: A viagem de Woodstock.


Veja mais sobre Walter Benjamin em:  Semióticas: Pandora. 


 
Para visitar o site oficial de Jimi Hendrix, clique aqui.







 

15 comentários:


  1. Pirei a cabeça com sua análise, meu querido autor do blog Semióticas. Nunca vi nenhum texto assim tratando tão bem de Hendrix, the king. Você vai muito além das questões de opinião que é o que a gente encontra em todos os sites e nas críticas vendidas de jornais e revistas. Você entendeu, eu acho, que Hendrix vem de outro lugar, do espaço sideral. Porque a gente que faz música sabe que não há notas suficientes em uma guitarra para criar o que Jimi faz. O que ele faz é sobrenatural. E você apresenta isso, genial. Gosto tanto aqui deste Semióticas que já me sinto em casa, quase sócio. Parabéns!
    Juliano Affonso

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  2. Rosenir Brandão10 de maio de 2013 15:45

    Muito bom mesmo. Vi agora a matéria sobre o filme no site da Rolling Stone EUA e garanto: esta página do blog Semióticas vence de 10 a zero. Ou mais.

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  3. Meu nome é Luciano Nilwayne e preciso escrever Oh, My God!!! Este Semióticas é o lugar das maravilhas e este estudo sobre o Jimi está muito show, a coisa mais incrível que já encontrei sobre ele, muito bom mesmo, acho que você Semióticas foi longe demais, tão longe como a música a música de Hendrix que está sempre indo aos lugares mais diferentes e levando a gente junto. Mas agora que terminei de ler pela segunda vez o seu texto e estas imagens lindas estou com vontade de sair correndo para ouvir todos os vinis de Hendrix e de Woodstock. Valeu!!!....

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  4. André Luiz Pardini22 de maio de 2013 15:35

    Hendrix em grande estilo. Show. Parabéns pelo blog sensacional.

    André Luiz Pardini

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  5. Totalmente psicodélico e maravilhoso. Ainda não vi o filme, mas já gostei. Semióticas é o máximo! Parabéns!!

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  6. Parabéns pelos textos e pela grande contribuição desse blog pra essa moçada que precisa de informação com análise, opinião e temas muito atuais. Longa vida ao semióticas!

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  7. Cara, seu blog é show demais! Cheguei aqui por um link no Facebook e estou aqui desde as três da manhã. Tudo é inteligente e bonito demais. Queria muito abraçar você para agradecer a tantos toques e matérias bacanas. Virei fã deste Semióticas. Parabéns, José!

    Helder Teixeira

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  8. Joana Maria de Alcântara21 de agosto de 2013 09:31

    Encantada, José. Achei que era uma coisa, encontrei outra muito diferente. Nunca tinha encontrado tanta beleza e inteligência reunidas como encontrei aqui neste seu blog Semióticas. Seu trabalho é importante e saboroso. Coisa rara. Só posso agradecer e desejar sorte, sucesso!

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  9. Que estudo maravilhoso sobre Hendrix e que blog! Parabéns. Virei fã já na primeira visita.

    Isabel Cestari

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  10. Zé Antônio, essa é a visão top do master jimi! não por acaso, vi na sexta um video bem legal com bandas da época áurea do 'rock'. e tem o jimi hendrix experience fazendo sua demonstração absurda e 'abrindo' o show do the who. acho legal pelo caráter 'jornalístico' do show, apresentando as bandas de forma quase exclusiva. vc já deve até ter visto: http://youtu.be/4NPdjV_eT7c

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  11. Sensacional, professor. É a análise mais completa que já vi sobre meu herói Hendrix. Parabéns demais, Semióticas. Sensacional!

    Júlio Santiago

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  12. Fabrizio Alessandro17 de julho de 2014 12:07

    Uau, José! Eu nunca tinha visto um texto assim sobre Hendrix. Que maravilha! Você foi ao xis da questão, porque é graças a Hendrix e a outras feras daquela época que o desejo e a liberdade explodem com cor e imaginação contra os velhos esquemas e regras. Tudo já é arqueologia, mas também a base do novo "futuro". Agradeço muito pelo que encontrei neste seu lindo site.
    Fabrizio Alessandro

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  13. Sensacional. Amei tudo por aqui.

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  14. Paulo Henrique Linhares7 de setembro de 2015 17:20

    Parabéns por este estudo científico sensacional sobre Mister Hendrix, professor!
    Virei fã deste Semióticas fodástico!

    PH Paulo Henrique Linhares

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  15. Show! Nunca tinha visto uma matéria tão boa sobre Hendrix. Parabéns e obrigado por compartilhar.

    Fábio Diniz

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